Lisandro, finalmente
O primeiro golo do argentino na Liga esta época. Foi fácil, sim, mas poucos têm a frieza do melhor marcador do último campeonato ali tão perto da pequena área. Trabalhou muito, tentou jogar com Lucho e com Rodríguez, e foi ele quem ganhou a Polga o livre com que Bruno Alves reencaminharia os portistas para o triunfo. Importantíssimo na forma como puxou a equipa para a frente, com aqueles arranques muito difíceis de travar. A defender, a pressão que impôs causou alguns dissabores aos homens mais recuados dos leões. Na segunda parte, voltou a estar perto de festejar, mas o cabeceamento saiu à figura de Patrício.
Bruno Alves, o tecnicista
Livre fantástico, ao jeito dos melhores tecnicistas, deixando Rui Patrício a olhar para o seu lado direito, onde a bola entrou suave e cheia de intenção. Muito forte no jogo aéreo, teve Derlei quase sempre controlado, à excepção daquele cabeceamento perto do intervalo, que obrigou Nuno a brilhar. Mas aí tem a desculpa de não estar à espera de que a bola viesse da cabeça de Fucile para a sua zona de acção. Aos 53, repetiu o gesto, mas acertou na trave, provando que o golo não foi obra do acaso. Muito concentrado até final.
Tomás Costa, no melhor e no pior
O primeiro golo é muito da sua autoria, apesar de ter ainda passado pelo pé direito de Meireles, o corpo de Miguel Veloso e a finalização, tranquila, de Lisandro. Foi aquele que mais acreditou que aquela bola às três tabelas, depois de rematada e desviada pelos compatriotas Licha e Lucho ainda poderia dar algo mais do que um alívio de Grimi, também ele nascido no seu país, para longe. Roubou a bola de forma limpa, entrou na área e o F.C. Porto chegou ao primeiro golo. Mostrou-se muito útil a defender, muito interessado em tapar linhas de passe e os avanços do meio-campo adversário. O penalty sobre Moutinho parece bem mais responsabilidade de Lucílio Baptista e da sua equipa do que dos dois jogadores. Viu amarelo aos 56 minutos, por falta dura sobre Moutinho, e três minutos depois voltou a entrar forte sobre o capitão e o árbitro perdoou-lhe a expulsão. Jesualdo aproveitou o acto misericordioso e tirou-o de campo.
Nuno seguro
Seguro. E fundamental. Logo nos primeiros minutos, saiu rápido a Hélder Postiga, evitando que os leões entrassem no jogo a ganhar. Sobre os 45 minutos, o cabeceamento de Derlei obrigou-o a voar e a defender com a palma da mão direita. Com essas duas intervenções, garantiu que o F.C. Porto chegasse ao intervalo a vencer, podendo gerir melhor a segunda parte. Com o jogo cada vez mais partido, face ao aproximar do apito final, foi obrigado a mostrar ainda mais serviço. Cerrou os dentes e fechou os punhos ao cruzamento de Miguel Veloso e à carga de Liedson e atrapalhou Romagnoli, perdendo o ressalto, mas beneficiando do remate falhado de Derlei.
Rodríguez em crescendo, Mariano a entrar bem
Depois de algumas dificuldades no início, o extremo foi crescendo no encontro até ser substituído, segunda parte dentro, por Hulk. Foi sempre importante quando precisou de levar a bola para o outro meio-campo e isso tornou-se ainda mais fundamental no segundo tempo. Esteve perto do golo, aos 62 minutos, quando rematou de primeira um bom cruzamento de Mariano. O argentino entrou bem em campo e, pouco tempo depois, aos 68, tentou assistir para o «bis» de Lisandro. Mas Tonel percebeu ainda a tempo as suas intenções.
O primeiro golo do argentino na Liga esta época. Foi fácil, sim, mas poucos têm a frieza do melhor marcador do último campeonato ali tão perto da pequena área. Trabalhou muito, tentou jogar com Lucho e com Rodríguez, e foi ele quem ganhou a Polga o livre com que Bruno Alves reencaminharia os portistas para o triunfo. Importantíssimo na forma como puxou a equipa para a frente, com aqueles arranques muito difíceis de travar. A defender, a pressão que impôs causou alguns dissabores aos homens mais recuados dos leões. Na segunda parte, voltou a estar perto de festejar, mas o cabeceamento saiu à figura de Patrício.
Bruno Alves, o tecnicista
Livre fantástico, ao jeito dos melhores tecnicistas, deixando Rui Patrício a olhar para o seu lado direito, onde a bola entrou suave e cheia de intenção. Muito forte no jogo aéreo, teve Derlei quase sempre controlado, à excepção daquele cabeceamento perto do intervalo, que obrigou Nuno a brilhar. Mas aí tem a desculpa de não estar à espera de que a bola viesse da cabeça de Fucile para a sua zona de acção. Aos 53, repetiu o gesto, mas acertou na trave, provando que o golo não foi obra do acaso. Muito concentrado até final.
Tomás Costa, no melhor e no pior
O primeiro golo é muito da sua autoria, apesar de ter ainda passado pelo pé direito de Meireles, o corpo de Miguel Veloso e a finalização, tranquila, de Lisandro. Foi aquele que mais acreditou que aquela bola às três tabelas, depois de rematada e desviada pelos compatriotas Licha e Lucho ainda poderia dar algo mais do que um alívio de Grimi, também ele nascido no seu país, para longe. Roubou a bola de forma limpa, entrou na área e o F.C. Porto chegou ao primeiro golo. Mostrou-se muito útil a defender, muito interessado em tapar linhas de passe e os avanços do meio-campo adversário. O penalty sobre Moutinho parece bem mais responsabilidade de Lucílio Baptista e da sua equipa do que dos dois jogadores. Viu amarelo aos 56 minutos, por falta dura sobre Moutinho, e três minutos depois voltou a entrar forte sobre o capitão e o árbitro perdoou-lhe a expulsão. Jesualdo aproveitou o acto misericordioso e tirou-o de campo.
Nuno seguro
Seguro. E fundamental. Logo nos primeiros minutos, saiu rápido a Hélder Postiga, evitando que os leões entrassem no jogo a ganhar. Sobre os 45 minutos, o cabeceamento de Derlei obrigou-o a voar e a defender com a palma da mão direita. Com essas duas intervenções, garantiu que o F.C. Porto chegasse ao intervalo a vencer, podendo gerir melhor a segunda parte. Com o jogo cada vez mais partido, face ao aproximar do apito final, foi obrigado a mostrar ainda mais serviço. Cerrou os dentes e fechou os punhos ao cruzamento de Miguel Veloso e à carga de Liedson e atrapalhou Romagnoli, perdendo o ressalto, mas beneficiando do remate falhado de Derlei.
Rodríguez em crescendo, Mariano a entrar bem
Depois de algumas dificuldades no início, o extremo foi crescendo no encontro até ser substituído, segunda parte dentro, por Hulk. Foi sempre importante quando precisou de levar a bola para o outro meio-campo e isso tornou-se ainda mais fundamental no segundo tempo. Esteve perto do golo, aos 62 minutos, quando rematou de primeira um bom cruzamento de Mariano. O argentino entrou bem em campo e, pouco tempo depois, aos 68, tentou assistir para o «bis» de Lisandro. Mas Tonel percebeu ainda a tempo as suas intenções.




