Classificando o duelo com o Dínamo de Kiev como «atípico», Jesualdo Ferreira considera que apenas os Dragões demonstraram vontade de vencer a partida. Apesar do resultado desfavorável, o técnico portista mantém intacta a ambição e aponta baterias para o encontro de Kiev, que considera «decisivo» na luta pela qualificação.
Jogo de duas metades
«Este foi um jogo de duas partes distintas. Na primeira, o F.C. Porto apresentou-se com a sua estrutura normal e o balanço ofensivo que conseguiu seria suficiente para chegar ao intervalo sem estar a perder. Sabíamos que não era fácil defrontar uma equipa com duas linhas nas zonas recuadas, que foi a forma como o nosso adversário se apresentou. O Dínamo de Kiev fez um remate ao longo da primeira metade e marcou um golo, enquanto nós tivemos três ou quatro situações, sem conseguirmos concretizar».
Um golo alterava o rumo do encontro
«Aquilo que fizemos até ao intervalo foi o que deveríamos ter feito. A partir de determinada altura, sobretudo quando o golo não aparece, sabemos que os jogadores começam a perder a lucidez. Acredito que um golo nosso teria alterado o jogo e saio com a convicção de que temos de ganhar em Kiev, para depois na Turquia definirmos o posicionamento do grupo. O jogo de Kiev vai ser decisivo».
Equipa séria
«Quero deixar, como registo final, que considero que os meus jogadores foram muito sérios, trabalharam muito e tiveram sempre muita vontade de ganhar o jogo. Este foi um jogo relativamente atípico e nós tivemos oportunidades para resolvê-lo. Os jogadores sofreram muito, estão tristes, mas sentem que deram tudo durante o encontro».
Jogo de duas metades
«Este foi um jogo de duas partes distintas. Na primeira, o F.C. Porto apresentou-se com a sua estrutura normal e o balanço ofensivo que conseguiu seria suficiente para chegar ao intervalo sem estar a perder. Sabíamos que não era fácil defrontar uma equipa com duas linhas nas zonas recuadas, que foi a forma como o nosso adversário se apresentou. O Dínamo de Kiev fez um remate ao longo da primeira metade e marcou um golo, enquanto nós tivemos três ou quatro situações, sem conseguirmos concretizar».
Um golo alterava o rumo do encontro
«Aquilo que fizemos até ao intervalo foi o que deveríamos ter feito. A partir de determinada altura, sobretudo quando o golo não aparece, sabemos que os jogadores começam a perder a lucidez. Acredito que um golo nosso teria alterado o jogo e saio com a convicção de que temos de ganhar em Kiev, para depois na Turquia definirmos o posicionamento do grupo. O jogo de Kiev vai ser decisivo».
Equipa séria
«Quero deixar, como registo final, que considero que os meus jogadores foram muito sérios, trabalharam muito e tiveram sempre muita vontade de ganhar o jogo. Este foi um jogo relativamente atípico e nós tivemos oportunidades para resolvê-lo. Os jogadores sofreram muito, estão tristes, mas sentem que deram tudo durante o encontro».




