Lisandro, carácter do princípio ao fim
É nos momentos mais delicados que se vê quem é realmente bom. Lisandro faz parte desse restrito lote de grandes jogadores. Mesmo com o F.C. Porto atordoado, quase batido por KO, o argentino fez questão de não parar um segundo e remar até ao limite das forças contra a maré. Correu, correu, correu, inesgotável. Movimentações rectilíneas, a derivar entra a direita e o centro, e um golo tremendo como recompensa a todo este labor. É um jogador de carácter, de inatacável carácter, e isso faz toda a diferença.
Hulk, enfim altruísta
Vinha reclamando uma oportunidade no onze inicial, com uma série de aparições interessantes. Estreou-se, por isso, entre as principais escolhas de Jesualdo Ferreira contra o Leixões e fez por merecer mais minutos no futuro. Nem tudo lhe correu bem, longe disso, mas teve o mérito de «arrancar» uma preciosa grande penalidade e de apresentar uma evolução interessante no que diz respeito ao tempo ideal para soltar a bola. Deambulou pelas três posições do ataque e acabou por ser um dos melhores dragões.
Lucho, saudades de El Comandante
Por uma noite não foi El Comandante. E a equipa ressentiu-se. Tentou fazer tudo bem, mas faltou-se aquela dose de improviso e magia que costuma empregar nas suas acções. Limitou-se a ser certinho, quando pode e deve ser muito mais. Marcou muito bem a grande penalidade que fez o 1-2 e a dois minutos do fim rematou ao poste direito da baliza de Beto.
Lino, péssimo
Muito se tem falado na oscilação permanente entre os vários candidatos à posição de lateral esquerdo do F.C. Porto. Fucile, Benítez, Lino, outra vez Benítez, Fucile, Lino. Pois bem, este último parecia querer afirmar-se como a principal alternativa ao lugar, mas depois dos 31 minutos que fez diante do Leixões, o mais certo é lá não voltar tão cedo. No primeiro golo do Leixões falhou uma intercepção que estava ao seu alcance e permitiu a Bruno China fazer o 0-1; no segundo dos matosinhenses, ficou parado e deixou Braga inscrever o seu nome na lista dos marcadores. Ainda teve tempo para o momento mais ridículo da noite, ao pedir com entusiasmo o apoio do público antes da marcação de um canto. Apontou de forma deficiente o lance e foi brindado com uma vaia monumental. Péssimo.
É nos momentos mais delicados que se vê quem é realmente bom. Lisandro faz parte desse restrito lote de grandes jogadores. Mesmo com o F.C. Porto atordoado, quase batido por KO, o argentino fez questão de não parar um segundo e remar até ao limite das forças contra a maré. Correu, correu, correu, inesgotável. Movimentações rectilíneas, a derivar entra a direita e o centro, e um golo tremendo como recompensa a todo este labor. É um jogador de carácter, de inatacável carácter, e isso faz toda a diferença.
Hulk, enfim altruísta
Vinha reclamando uma oportunidade no onze inicial, com uma série de aparições interessantes. Estreou-se, por isso, entre as principais escolhas de Jesualdo Ferreira contra o Leixões e fez por merecer mais minutos no futuro. Nem tudo lhe correu bem, longe disso, mas teve o mérito de «arrancar» uma preciosa grande penalidade e de apresentar uma evolução interessante no que diz respeito ao tempo ideal para soltar a bola. Deambulou pelas três posições do ataque e acabou por ser um dos melhores dragões.
Lucho, saudades de El Comandante
Por uma noite não foi El Comandante. E a equipa ressentiu-se. Tentou fazer tudo bem, mas faltou-se aquela dose de improviso e magia que costuma empregar nas suas acções. Limitou-se a ser certinho, quando pode e deve ser muito mais. Marcou muito bem a grande penalidade que fez o 1-2 e a dois minutos do fim rematou ao poste direito da baliza de Beto.
Lino, péssimo
Muito se tem falado na oscilação permanente entre os vários candidatos à posição de lateral esquerdo do F.C. Porto. Fucile, Benítez, Lino, outra vez Benítez, Fucile, Lino. Pois bem, este último parecia querer afirmar-se como a principal alternativa ao lugar, mas depois dos 31 minutos que fez diante do Leixões, o mais certo é lá não voltar tão cedo. No primeiro golo do Leixões falhou uma intercepção que estava ao seu alcance e permitiu a Bruno China fazer o 0-1; no segundo dos matosinhenses, ficou parado e deixou Braga inscrever o seu nome na lista dos marcadores. Ainda teve tempo para o momento mais ridículo da noite, ao pedir com entusiasmo o apoio do público antes da marcação de um canto. Apontou de forma deficiente o lance e foi brindado com uma vaia monumental. Péssimo.




